sábado, 5 de agosto de 2017

Análise mensal - Yu☆Gi☆Oh! Arc – V #21 ao #24


A diversão só está começando! E a história, cada vez mais, está esquentando.
Fala galere! Aproveitando o período de retomada, nada melhor do que voltar com mais uma análise. Dessa vez volto com uma mensal que eu, particularmente, comecei do nada e ando curtindo ler/escrever sobre para vocês. Hoje é dia de voltar com nossa análise de Yu-gi-oh! Arc-V.
Apenas lembrando que o animê já se encerrou e, atualmente, temos o Yu-gi-oh! VRains em exibição (que você pode ler as primeiras impressões aqui). Já o mangá segue sendo publicado mensalmente e eu trarei as análises. Aproveitando para o jabá rápido: ainda esse mês teremos review do animê de Yu-gi-oh! Arc-V – Porque eu tomei vergonha na cara para terminar de assistir -; só não vou precisar datas, mas deve ser ainda nessa quinzena. E, caso haja interesse, as edições encadernadas desse mangá já estão disponíveis em inglês (clica aqui e veja/adquira). Sem mais delongas, vamos ao que importa! Vamos à análise.

Capítulos #21 ao #24

Vamos lá, vamos ao que interessa. Devo já começar isso adiantando que, sim, apesar de toda demora em retomar a leitura, esse é um dos mangás que mais me deixam encucados com seu desenvolvimento e, até mesmo, com o possível desfecho da série. Provavelmente isso se deva ao fato da série utilizar muito essa questão de tempo/espaço, mas também é devido ao tanto de informações que a série passa.
Responder tudo isso, sem deixar pontas soltas, será um trabalho hercúleo; entretanto acredito que o autor há de conseguir (ou não, vai que estou errado), em especial porque nesses últimos capítulos algumas respostas já foram dadas; como, por exemplo, o que é G.O.D – fora um monstro poderoso demais, que acabou com uma dimensão. Sinceramente, foi interessante entender o porquê de tal criatura ser tão influente, assim como também foi deveras sagaz a explicação sobre Adam e Eve (sinceramente, eu não vou explicar a referência desse conceito. Se você não entendeu, arruma uma bíblia e abre em Gênesis, pronto). Indo além, essas explicações ajudaram melhor no entendimento de algumas coisas, como o porquê de todos quererem o G.O.D ou porque os outro Yu’s não poderiam ficar com o Yuya quando ele despertasse o fator Adam.
Porém esses capítulos não foram só respostas, também tivemos espaço para conclusão de um duelo e começo de outro. Falando primeiro daquele que se encerrou; confesso que lendo esse mangá – em especifico – comecei a pensar o quão difícil é criar um duelo empolgante em mangá. Vejam bem, não que eu fique broxado com esses duelos, mas é difícil – na visão artística, em especial quando se tem animê – expressar toda aquela adrenalina dos Ridding Duel, assim como é difícil expressar a movimentação frenética de um duelo normal. Claro que no começo era mais “simples” passar isso, até porque eram duelos sentados (leiam Yu-gi-oh! Clássico e vocês entenderão), mas com o passar das sagas, os duelos foram ficando mais dinâmicos e se torna mais complicado fazer o mangá ser tão movimentado sem, necessariamente, movimentação (acho que vocês entenderam).
Mas, voltando ao duelo com motocas: Ele foi um duelo que, de modo geral, passou toda aquela sensação de adrenalina e complicação. Foi o típico duelo de macetes que amamos, com várias jogadas bem “wow”, sem contar que o antagonista tinha uns monstros bem roubados em efeitos e tudo mais. Mas, em certa altura do campeonato temos a revelação sobre o Ren ser descente do Yugo e aí, tudo buga – e sim, não vou dar spoiler aqui, quero que vocês leiam a obra também poxa! – Porque no fim o Yuya faz menção de o Yugo ser algo envolvendo o passado dele, mas não explana o assunto. Ou seja, só saberemos quando o autor decidir voltar a esse ponto.
Já o duelo que se iniciou no capítulo 24 é focado no Reiji versus o Isaac, mas pouca coisa foi mostrada, fora o fator de ambos começarem setando cartas a zona de mágicas e armadilhas (O Reiji setou tudo, já o Isaac só quarto de cinco). Mas aqui é válido pela explicação que o antagonista do momento dá sobre o que pode acontecer – o famoso “e se” – caso o Reiji perca.
Sem alongar muito: é explicado que, caso ele perca, G.O.D irá assimila-lo, ou seja, ele corre o risco de sumir. Porém, tudo isso só será respondido no próximo capítulo (ou não, vai que o autor pensa em estender essa luta por vários capítulos); por hora temos apenas a explicação sobre G.O.D ser algo mais antigo do que pensávamos e dos fatores Adam e Eve serem importantes, até demais, para o desenvolvimento de tudo que cerca esse roteiro, todo resto é apenas imaginação/especulação dessa pessoa que vos escreve.
Enfim, por hora é isso, agora é esperar o próximo capítulo e as novas emoções que vem por aí, mas até aqui, pelo menos, já está melhor que muita coisa que foi explicada no animê (sim, eu estou pistola com certas coisas no animê, mas vou me segurar); logo, estamos no lucro.
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