quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Análise Quinzenal: Saint Seiya – Episódio G Assasin #68 ao #77

Enfim temos explicações, peças devidamente posicionadas (?) e alguns antigos personagens de volta.
Passado um longo inverno – quase um semestre – eis que retomo outra coluna que estava largada ao Deus dará. Confesso que esse retorno foi, dentre outras coisas, complicado; não por eu não curtir a série, mais sim porque eu nunca sei quando saí o capítulo.
Vejam bem, o Assasin é publicado em uma revista digital. Logo, mesmo que a periodicidade informada seja quinzenal, o Okada não tem, necessariamente, obrigação de entregar nesse prazo (até onde eu apurei/li nas revistas digitais os autores costumam ter mais liberdade para escrever/desenhar seguindo seu próprio ritmo. Não há tanta pressão assim). Devido a isso, há casos de sair sempre capítulos de um modo bem variado. Mas enfim, cá estamos de volta e, agora, ficarei mais atento.
Então, sem mais delongas, vamos à análise.

Capítulos #68 - #78

Quero abrir os trabalhos de hoje comentando que o Okada está seguindo a cartilha Next Dimension à risca e, oh, está de parabéns (Antes que perguntem: Sim, estou sendo irônico aqui). Ainda estou tentando entender como ninguém envelhece – com exceção do Kiki e do Shoryu -, mas esse é um dos por menores mais simples daqui; enfim, fora esse fato – que eu não interpreto tão positivamente – tivemos, enfim, explicações.
Definitivamente, não era o que eu esperava, mas foi convincente toda essa questão dos cavaleiros do passado serem chamados ao futuro para batalha, mais do que isso, foi satisfatória a ideia de que cada cavaleiro foi trazido em um instante diferente para o futuro; tipo o Aldebaran, que foi levado para lá há 16 anos antes do início da história – quando a Yoshino ainda era um bebê.
Ao mesmo tempo foi uma boa jogada dividir os cavaleiros que estão do lado da Atena do nosso mundo e os que estão do lado da Atena do outro mundo (foi a maneira mais conveniente que achei de traduzir isso ~ sério gente, é meio louco esse mundo). Dá uma sensação de equilíbrio de poderio de batalha, mesmo eu ainda achando muito peculiar que “só os cavaleiros que já foram substituídos terem debandado para o mal”, mas abstração aqui é tudo e eu ainda estou a favor do roteiro apresentado.
A última vez que fiz análise, parei no ponto que, após enfrentar Aiolos – o Grande Mestre do Mal -, os cavaleiros de ouro “do bem” conseguiram sair do submundo e, após voltarem para terra, tudo parece voltar aos seus momentos normais. Entendam que, esses momentos normais ainda se enquadram na guerra dos gladiadores e afins; nada deixa de ser motivo para luta nesse roteiro.
Nessa sucessão de capítulos atuais temos, dentre outras coisas: Dohko e Mu reaparecendo, como inimigos; Kiki e Shion em um duelo psíquico com o Mu; a primeira aparição do Shoryu; Rei Arthur e Mordredd aparecendo; Aldebaran explicando todas os porquês dessa maluquice temporal; aparição da Shina A MULHER CAVALEIRO; dentre outras coisas. E eu elucidei os acontecimentos assim, pois vou focar em cada um deles agora (sim, vou pautar cada ponto de comentário).
·      Dohko e Mu como vilões foi algo que, honestamente, me surpreendeu. Não esperava que eles voltassem do lado inimigo e, mais do que isso, que o Mu fosse providenciar um embate tão intenso/interessante como o apresentado aqui. Esse foi um combate que, de modo geral, valeu a pena. Mais do que isso, foi aqui onde descobrimos um novo golpe do cavaleiro de Aries atual, o vórtex de cristal.
Essa é uma técnica poderosa, porém com riscos altos, coisa que descobrimos por meio de flashback.
Já a aparição do Dohko foi no último capítulo, dando a entender que o embate entre ele e o Shiryu será apenas no próximo.
·         Outro ponto de destaque (ou outros, já que entram tudo no mesmo balaio): a explicação do Aldebaran sobre essa questão de eles irem para o futuro. O cavaleiro de touro explica que aquilo é como um chamado, e tudo porque aquele mundo está meio zoneado (ao menos isso que eu consegui absorver), logo é necessária a presença deles, em especial quando os inimigos também estão fazendo o chamado deles.
Fora isso, também é explicado que tanto o Aldebaran quanto a Shina são encarregados pela Yoshino, assim sendo os pais adotivos dela. Aqui ele nos esclarece que veio a realidade atual há 16 anos, que foi no exato momento em que ela nasceu. Além disso, também é esclarecido que o local onde ele reside atualmente é um local para acolher colabores do Santuário.
É aqui que entrar o Rei Arthur, pois ele voltou dos mortos também e não se lembra de nada; logo depois disso, temos a introdução do Mordredd – que se refere ao Shura como rei – e, terminamos com um embate entre ele e o Aldebaran.
·         Fora isso, temos outros por menores, como o Jabu aparecendo – virou mordomo, e até mesmo alguns diálogos bem interessantes.
No mais, a expectativa fica para como se desenvolverá a luta do Aldebaran será abordada, pois ele está em um confronto contra um gladiador e não está utilizando sua armadura (ah! Vale mencionar que não há cavaleiro de touro no momento), ou seja podemos ter a esperança dele usando a armadura atualmente.

E bem caso eu tenha esquecido algo sobre, comentem e, na próxima análise eu atualizo. Por hora é isso, até a próxima.
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